terça-feira, 27 de julho de 2010

O lado oposto

Faz tanto frio lá fora
Da minha janela ofuscada vejo o lado oposto
O vento carrega os restos das folhas que caíra
Esta nublado, transmitindo semelhança ao ser triste
O fluxo parece não ter fim
Vejo o tempo passar e quase nada mudar

Sento a frente da lareira
Aquecendo minha alma
Refugiando meus pensamos
Em um livro para ler

Encontro-me a cada pagina
Como se aquela fosse a minha história
Sem começo e sem fim
Um trajeto aleatório marcado nos principais acontecimentos

Enfim a brisa que nutria aquele dia parecia desaparecer
Dando um final ao que parecia não ter.